Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011

AS NOVAS CONSTRUÇÕES PARTE II

 

Estamos assim de volta às novas construções, nomeadamente na área do Outeiro do Seixo, agora denominada de "Novo Castelões". Em termos de desenvolvimento da aldeia a área reflecte a nova atitude dos conterrâneos e como previamente descrito no post anterior deu alas à imaginação de cada um em termos arquitectónicos assim como um filão de terreno para aquela horta.

 

 

As casas vão assim abraçando a estrada principal assim como a nova Rua do Moinho em direcção ao Pombal. Uma área que era praticamente vazia em termos de casas é hoje em dia uma área vibrante com muitos vizinhos, sendo que é na época de Verão que a maioria é vista por aqui porque os seus donos vão voltando do estrangeiro para passar umas deliciosas ferias.

 

 

Para além da diversifidade em termos de arquitectura das casas podemos também por aqui encontrar alguma da pouca industria que a aldeia oferece. Uma carpintaria situa-se por estas bandas dando assim mais uma oportunidade de emprego e soluções para as necessidades.

 

 

Em alguns momentos e dependendo do local do qual a foto é tirada (esta é um perfeito exemplo) a estrada principal pode até dar um aspecto citadino, para tal faltando apenas os passeios e uma linha a dividir as faixas de rodagem. Quem sabe num futuro isso possa a vir a acontecer.

 

 

Este é o cruzamento entre a Estrada Principal e a rua do Moinho. Talvez a rever pela Junta de freguesia a construção de uma pequena rotunda ou um triangulo como existe na área das Capelas com algumas placas a indicar locais tal como o Pombal, Centro da aldeia e o Santuário. Esta seria assim mais uma inovação e demonstração de desenvolvimento rumo ao futuro.

 


 

A rua do Moinho, tal como a rua da Estrada Principal, também se enquadra neste perímetro designado de "Novo Castelões" e vai descendo o Outeiro do Seixo até desaguar no "Portovidedo".

 

 

Podemos dizer que o nome da rua não foi pensado em vão. Muito perto deste local (escassos metros) existem dois moinhos que trabalhavam sempre de dia e de noite para produzir a farinha necessária para cozer o pão. As presas de água no local eram muito fortes e assim sendo eram diligentemente encaminhadas para os locais próprios para que a mó fizesse o seu trabalho. Alias um dos moinhos só deixou de funcionar à muito pouco tempo, fruto das modernices e da idade avançada do seu dono.

 

 

Enfim, uma coisa poderemos dizer, Castelões com este novo aglomerado de casas não é o mesmo e decididamente os novos moradores decidiram partir para este tipo de construção. Será esta a melhor solução? ninguém sabe e só o futuro trará as respostas.

 

Ficamos aqui pelo Portovidedo desejando a todos um bom fim-de-semana agradecendo mais uma vez ao Afonso o envio das fotos.

 


Publicado Por Aldeia de Castelões às 01:14

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